Gentleman
Solidões diversas frequentam meu quarto
Nesse novo espaço ainda sem meu cheiro
O estranho silêncio que me acorda à noite
Sinto falta até do que reclamava
Ando bebendo mais do que deveria
Não sei bem ao certo
Se a mistura de mágoa, dor e raiva
Ou só a sensação de vazio
Que anda morando dentro de mim
Me pergunto se entre arrependimento e perdão
Eu vou saber a hora
De deixar de lado o que espero
E correr atrás do que preciso
Mas se for pra ser então que seja
Leminski nos lembra da Dor Elegante
Ultimamente, sou uma porra de um Gentleman.
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