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Mostrando postagens de abril, 2024
 Mas ao menos se E se tentássemos  Sempre há outro jeito Independente de qualquer coisa, conta sempre comi Mas veja bem, não é bem assim Olha, e se voc Mas é que, cê sabe com Então, não eu não queri Acontece, sabe, é não culpa de Mas mesmo assim, eu nunca vou Nunca Nunca Nunca mais

Gentleman

 Solidões diversas frequentam meu quarto Nesse novo espaço ainda sem meu cheiro O estranho silêncio que me acorda à noite Sinto falta até do que reclamava Ando bebendo mais do que deveria Não sei bem ao certo  Se a mistura de mágoa, dor e raiva Ou só a sensação de vazio Que anda morando dentro de mim Me pergunto se entre arrependimento e perdão  Eu vou saber a hora De deixar de lado o que espero E correr atrás do que preciso Mas se for pra ser então que seja Leminski nos lembra da Dor Elegante Ultimamente, sou uma porra de um Gentleman.